“De todo modo, o comportamento da taxa de câmbio pode ser visto como o principal termômetro do impacto da crise internacional sobre a economia brasileira. Neste sentido, a apreciação cambial dos últimos meses representa uma indicação clara da volta do otimismo em relação ao desempenho da nossa economia. E tem contribuído de forma importante para a retomada do crescimento por ser também um poderoso indutor do aumento da confiança dos agentes econômicos e por favorecer o controle da inflação e a redução da taxa de juros”.
A conclusão é boa. Além disso a carta de conjuntura do IE/UFRJ traz um insight sobre as causas da apreciação do câmbio em 2009. Para ela existe uma “forte correlação inversa” entre preços de commodities e taxa de câmbio, de modo que esta é a principal fonte de apreciação nos últimos meses. O boletim, entretanto, descarta o diferencial de juros como principal fator de apreciação da taxa de câmbio.
E, então, diferencial de juros ou commodities? Quem está gerando a apreciação do Real?
ps: meu voto vai para os dois…
This entry was posted terça-feira, novembro 10th, 2009 at 3:57 am and is filed under Conjuntura Econômica.
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novembro 11th, 2009 at 10:26 pm
a meu ver, a apreciação do real tem mais a ver com os juros absurdos no brasil relacionados com o juros zero nos EUA, além da enxurrada de dólares que o governo americano jogou no mundo pra salvar suas empresas falidas