Artigos de Opinião:
A estória por trás do PIB de 2012, 8 de abril de 2013.
Por que foi possível flexibilizar o regime de metas de inflação, fevereiro de 2013.
Eles não entenderam nada, dezembro de 2012.
A sustentabilidade do crescimento econômico brasileiro, Estado de Minas, dezembro de 2012.
Um olhar sobre 2013, Revista Voto, dezembro de 2012.
A corrupção como limitadora do desenvolvimento econômico, publicado no Jornal do Tocantins, no Correio do Estado e no Jornal da Cidade (SE), dezembro de 2012.
Para além do voo de galinha, publicado no jornal Estadão, em 8 de setembro de 2012.
Oferta vs. Demanda: desse embate depende nosso futuro, 8 de agosto de 2012.
O país do futuro viajou para o presente?, 24 de novembro de 2011.
O efeito Neymar: será que agora viraremos um mercado de futebol sério?, 18 de novembro de 2011.
A guerra do Rio, 17 de novembro de 2011.
O mundo em três atos, 24 de outubro de 2011.
Crescimento cosmético e preocupações com o aumento do Crédito, 19 de outubro de 2011.
O problema está no ruído, 19 de outubro de 2011.
Aprendendo com os erros alheios, 14 de outubro de 2011.
O futuro da democracia, 15 de setembro de 2011.
O Banco Central e a Espada de Dâmocles, 01 de setembro de 2011.
O Estado não pode elevar gastos para sempre, 28 de julho de 2011.
Os mitos da educação, publicado no IMIL aqui.
A tentação do equilibrista, sobre metas e instrumentos na condução da política econômica. No IMIL aqui.
Por que as universidades estatais são gratuitas?, publicado no IMIL, aprofunda a relação entre gratuidade nas escolas estatais e o aumento da desigualdade de oportunidades no Brasil. Para o link do IMIL, clique aqui.
Relatos de um Oposicionista Desiludido, publicado no IMIL em 25 de março de 2011, fala sobre os motivos pelos quais eu deixei de escrever sobre política e economia no meio de 2010;
Impostos e eficiência da máquina pública, publicado no jornal DCI, trata da relação entre redução da carga tributária e melhoria da qualidade do gasto público.
Por que as universidades privadas brasileiras são, na média, de qualidade questionável?, publicado em vários sites ao longo do ano de 2010, discute a não trivial relação entre gratuidade das universidades estatais e a péssima qualidade média das universidades privadas brasileiras.
As lições do caos, publicado no IMIL, no jornal O Globo e em blogs ao longo do mês de abril de 2010, é uma crônica sobre os problemas vivenciados pelo Rio de Janeiro diante das chuvas daquele mês.
Homens providenciais vs. Instituições, publicado no IMIL em fevereiro de 2010, discute a curiosa necessidade de “divindades” para governar o Brasil.
O legítimo filho do Brasil, publicado no IMIL em janeiro de 2010, fala sobre a relação entre o presidente Lula e o povo brasileiro.
Viva o pós-lulismo, publicado no IMIL em novembro de 2009, dá um pitaco nas eleições presidenciais.
Novos professores para um novo mundo, publicado no IMIL em janeiro de 2010, discute o papel do professor na melhoria da educação brasileira.
As crises do capitalismo e os cavaleiros do apocalipse, publicado no jornal O Globo em abril de 2008, fala sobre a crise atual do capitalismo.
Muito além da SELIC, publicado no IMIL em maio de 2009, discute o problema dos juros altos no país.
O aprofundamento da crise externa e a economia brasileira, publicado no IMIL em novembro de 2008, discute a relação entre a crise internacional e o fortalecimento da economia brasileira nos últimos anos.
Ainda somos náufragos, publicado em dezembro de 2008, discute a relação entre balanço de pagamentos e subdesenvolvimento.
Política Monetária e economistas, publicado em dezembro de 2008, discute um quanto é arte, o quanto é ciência a condução da política monetária.
Uma clara falha de regulamentação, publicado em novembro de 2008, discute a falha de governo presente no transporte entre o Rio e Niterói.
O grande avanço dos últimos anos, publicado em janeiro de 2009, discute a importante novidade da macroeconomia brasileira: a implementação de uma política econômica anti-cíclica.
Descentralização e o PAC do Preventório, publicado em maio de 2009, discute o gosto brasileiro por projetos nacionais.