Posted: agosto 17th, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: crise econômica, divergência entre economistas, existe consenso pós-crise, explicações para a crise, novo consenso, princípios em economia | No Comments »
O Novo Consenso Macroeconômico, conjunto de princípios práticos razoavelmente bem aceito por banqueiros centrais e economistas acadêmicos sofreu um grande baque com a atual crise econômica. Para alguns críticos de tal Consenso, era como se a verdade viesse à tona, em meio ao caos. Afinal, o que eles dizem sobre mercados eficientes é e sempre foi estória para boi dormir e que, consequentemente, desregular é atirar no próprio pé. Em assim sendo, leitor, será que o Consenso sobrevive?
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Posted: março 21st, 2012 | Author: vitorwilher | Filed under: PIB | Tags: conjuntura, contas nacionais, crescimento, crise econômica, pib | No Comments »
O PIB de 2011 veio como esperado: 2,7%, na comparação com 2010. Na margem – contra o terceiro trimestre – o crescimento foi de 0,3% – o que anualizado dá um crescimento pífio de 1,4%. O destaque negativo, que aparece em dez em cada dez periódicos econômicos, é o desempenho da Indústria: pelo terceiro trimestre consecutivo registrou crescimento negativo, de -0,5%. Continuando no lado da oferta, os serviços registraram ligeiro aumento na margem, de 0,6% e a agropecuária mostrou vigor ao registrar 8,4% contra o quarto trimestre de 2010.
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Posted: março 30th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: alta de preços dos alimentos, bolhas, capital fictício, crise econômica, economia, facebook, facebook e capital fictício, Marx | No Comments »
O que essas duas coisas, aparentemente tão díspares, têm em comum? Será que o Mark Zuckerberg está por trás do aumento de preços de alimentos ao redor do mundo? Não, leitor, não é bem isso. A questão que envolve tanto o aumento de preços de commodities (alimentos, inclusive) e o Facebook é o que os meus amigos marxistas chamam de exacerbação do capital fictício e a incrível redução do tempo de rotação do capital. Ficou complicado né? A questão, porém, é mais simples do que parece…
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