Posted: abril 8th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Poesia | Tags: desigualdade de oportunidades | No Comments »
O canto que toca fino e atraente
Em outrora canta grosso e deprimente.
De um lado a mesa está cheia de gulosemas
Do outro ela está cheia de problemas.
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Posted: abril 7th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Poesia | Tags: desigualdade de oportunidades, desilusão, política brasileira | No Comments »
ATÉ QUANDO seremos sombra,
escondidos no escuro da vida,
presos a paixões passadas,
coisas & fatos atenuantes?
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Posted: abril 4th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos sobre Educação | Tags: desigualdade de oportunidades, economia da educação, educação, ensino superior, Equality of opportunity, financiamento do ensino, igualdade de oportunidades educacionais, melhoria da educação básica | No Comments »
No artigo “Por que as universidades privadas brasileiras são, na média, de qualidade questionável?” (disponível em Artigos & Entrevistas, bem ai do lado) descrevi os motivos pelos quais o ensino superior não pode ser considerado um bem público. Além disso, relacionei a existência de uma universidade estatal gratuita à má qualidade média das universidades privadas. Nesse artigo volto ao tema, para cumprir ao menos dois objetivos: 1) aprofundar a discussão; 2) estabelecer uma proposta de alocação dos recursos provenientes das mensalidades pagas em universidades estatais.
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Posted: março 28th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Indicação de Leitura sobre Educação | Tags: como melhorar a educação, desigualdade de oportunidades, economia da educação, educação, igualdade de oportunidades, paper sobre educação, qualidade da educação | No Comments »
Para terminar o domingo (de empate com o pessoal das laranjeiras) e começar a me preparar para essa dura semana que vem pela frente, nada melhor do que ler um paper sobre economia da educação. Nesse, em especial, trata de muitos pensamentos que já tive ao longo dessa vida e que chamei carinhosamente de Teoria do Estilingue (aquele mesmo que você brincava quando era criança). Então, a idéia é bem simples e bastante intuitiva: duas crianças já nascem com perspectivas de futuro completamente diferentes, dado o ambiente inicial em que viverão.
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