Posted: julho 27th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: consenso de washington, economia, hayek, heterodoxos, keynes, Marx, marxista, metas de inflação, NOEM, novo consenso, ortodoxos, política, social-liberal | 3 Comments »
E também não sou ortodoxo, heterodoxo ou marxista. Não sou de direita, não tenho religião e não voto em legenda. Assim, de bate-pronto, se você me perguntar, eu digo que sou social-liberal. Algo completamente vago, portanto, que não quer dizer nada e tudo ao mesmo tempo. Eu poderia ser um social-liberal mais à direita ou mais à esquerda, mas não é esse o ponto. O certo é que acredito em Deus-pai-todo-poderoso, criador do céu e da terra, mas tenho poucas esperanças na natureza humana. E eu até poderia explicar, em maiores detalhes, provavelmente em uma mesa de bar, porque, afinal, eu não tenho muita simpatia pela esquerda [e pelos esquerdistas] – apesar de eu próprio ser canhoto.
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Posted: março 31st, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: capital fictício, crise americana, crise financeira, interpretação marxista, leitura de marx, Marx, marxismo, subprime, valorização do capital | No Comments »
Não, eu não virei marxista do dia para a noite. No final do ano passado, porém, acabei escrevendo um texto bem diferente de tudo o que já escrevi sobre a crise do subprime e suas derivações. Foi fruto de minha releitura do livro 3. Não tenho o menor preconceito contra Marx e acho muito de seus insights bem interessantes. Daí que…
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Posted: março 30th, 2011 | Author: vitorwilher | Filed under: Artigos de Economia | Tags: alta de preços dos alimentos, bolhas, capital fictício, crise econômica, economia, facebook, facebook e capital fictício, Marx | No Comments »
O que essas duas coisas, aparentemente tão díspares, têm em comum? Será que o Mark Zuckerberg está por trás do aumento de preços de alimentos ao redor do mundo? Não, leitor, não é bem isso. A questão que envolve tanto o aumento de preços de commodities (alimentos, inclusive) e o Facebook é o que os meus amigos marxistas chamam de exacerbação do capital fictício e a incrível redução do tempo de rotação do capital. Ficou complicado né? A questão, porém, é mais simples do que parece…
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